quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

2009/01-03

"http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/06/kant-afirma-que-em-sobre-pedagogia-ed.html"

Diante dessa fala, me deparo com a dialética que é educar. Somos podadores e motivadores, ensinamos e desacomodamos saberes pré-estabelecidos, em função da exigência de um ser humano educado.
Como transformar a educação classista em uma educação para todos, não sendo esse todos um ponto de partida para o igual é uma questão profunda.
Igualar como, se somos todos distintos, somos todos únicos, mas então como educar para todos sem massificar?
Despertar interesses, organizar os conteúdos de forma atrativa, desafiadora, trabalhar com a realidade do aluno, com vocabulário dos alunos, são algumas maneiras de aperfeiçoar as aulas. Mas não garantem bons resultados.
Como grande parte dos alunos que são tidos como "problemas" na escola, quando quastionados não sabem o que estão fazendo nessa escola, porque a frequentam e o que querem aprender, ou seja, não é um querer do aluno. Ele está lá porque o mandam para lá e nesse espaço ele tem vivências sociais, relações interpessoais, um lugar seguro para ficar por um turno, mas pouca ou nenhuma ambição quanto a mudança de vida prometida pela educação.
Se escolarização não é sinônimo de sucesso e sucesso não é sinônimo de felicidade, nem para os mais graduados, o sucesso e melhora de vida, bem como garantia de um bom emprego, já não servem de propaganda para a educação.
Na verdade, a educação integral, para ser dessa forma está na sala de aula, na escola e além dos seus portões, porque exige que o aluno esteja verdadeiramente interessado, envolvido em sua educação.

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