Para realizar a apresentação, tive que fazer os slides que ainda não havia feito sozinha, estava bastante insegura, mas como descrevi anteriormente, quando aplicamos nossos conhecimentos, percebemos se relamente os temos. Tive que fazer sozinha a produção de slides, pois meu filho que sempre me ajudava, estava ocupado, então coloquei em prática o que sabia, e tirei algumas dúvida com ele por telefone.
Também reafirmei algo que já sabia. Falo muito e para poder cumprir o praso de 10 minutos, preciso ser mais rápida e sucinta. Planejei frases tópicos para falar sobre elas em minha apresentação, mas concluí que para mim não funciona, só se eu tiver tempo livre para falar. Preciso organizar resumos de minhas falas, para ser mais breve e poder expor meu trabalho de forma completa.
Aprendi também com a apresentação das colegas, pois cada uma delas tem séries diferentes e aprendizados diferentes, e poder compartilhar esses aprendizados, é muito rico, pois agrega experiência e oportuniza contato maior com outras realizades de ensino.
sábado, 29 de março de 2008
Obtive diversas aprendizagens ao decorrer do semestre, todas que de uma forma ou outra contribuem com meu trabalho em sala de aula, tendo em vista que passo a perceber situações de forma diferente, ressaltando o que falei sobre criatividade, na Interdisciplina de Artes Visuais, que todos os alunos são capazes, que temos que dar valor as produções dos alunos, e essa aprendizagem, aplico em todos os conteúdos, porque de um jeito ou outro, todos somos capazes, temos sim, formas diferentes de percer as coisas.
Relendo outros comentários que fiz no blog, percebi que os aprendizados vem somados a como vejo os alunos, ao jeito com que trabalhamos e que novas práticas aplicaremos para que os alunos consigam obter aprendizado significativos.
Outro aprendizado que obtive, ou que afirmei, no decorrer do semestre ao realizar o Portifólio de Aprendizagens, foi que a prática é a base para o aprendizado significativo, pois requer que se coloque aquilo que se imagina em funcionamento, e é através desta experiência que constatamos se nossos conceitos estão corretos ou não. Ressalto também, que ao oportunizarmos situações de afirmação desta natureza, para os alunos, nos supreendemos, porque conseguimos perceber nitidadamente os resultados dos seus aprendizados. Afirmo isto relembrando a apresentação de contação de histórias que fiz com minha turma de 2ª série, que descrevi no portifólio.
Enfim, oportunizar trabalho autonomo para os alunos, respeitar suas individualidades, valorizar suas práticas e conquistas, passa a refletir em nós mesmos, pois, também tive muitas conquistas para minha autonomia, minha afirmação como profissional, confirmação de minhas crenças, que vem de encontro as quais o curso oferece e aprimora.
Relendo outros comentários que fiz no blog, percebi que os aprendizados vem somados a como vejo os alunos, ao jeito com que trabalhamos e que novas práticas aplicaremos para que os alunos consigam obter aprendizado significativos.
Outro aprendizado que obtive, ou que afirmei, no decorrer do semestre ao realizar o Portifólio de Aprendizagens, foi que a prática é a base para o aprendizado significativo, pois requer que se coloque aquilo que se imagina em funcionamento, e é através desta experiência que constatamos se nossos conceitos estão corretos ou não. Ressalto também, que ao oportunizarmos situações de afirmação desta natureza, para os alunos, nos supreendemos, porque conseguimos perceber nitidadamente os resultados dos seus aprendizados. Afirmo isto relembrando a apresentação de contação de histórias que fiz com minha turma de 2ª série, que descrevi no portifólio.
Enfim, oportunizar trabalho autonomo para os alunos, respeitar suas individualidades, valorizar suas práticas e conquistas, passa a refletir em nós mesmos, pois, também tive muitas conquistas para minha autonomia, minha afirmação como profissional, confirmação de minhas crenças, que vem de encontro as quais o curso oferece e aprimora.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Sobre brinquedos e brincadeiras, achei muito interessante o questionamento que nos foi feito sobre o assunto: Sala de aula é lugar de brincar? A partir desse questionamento e da leitura sobre o tema que criticava, em parte, os jogos didáticos, fequei refletindo e pude constatar que esse brincar está além do
manuseio de jogos, que esse brincar esta nas relações da sala de aula, em como o professor lida com esse brincar, em como transformamos e transportamos para o universo infantil temas que em grande parte são complexos para os alunos, mas que através das inter relações ludicas conseguimos atingir.
Não quero dizer que transformamos em "inho" as coisas, que tiramos sua importância, mas que de forma sutil, alegre, brincalhona lidamos com assunto sérios.
Rubem Alves fala em seu livro: Educação dos Sentidos pág.66 o seguinte: "... Repentinamente percebi que a primeira tarefa do professor é, à semelhança dos pregos, entornar a sua "disciplina"(...) para transformá-la num brinquedo que desafie a inteligência do aluno."
manuseio de jogos, que esse brincar esta nas relações da sala de aula, em como o professor lida com esse brincar, em como transformamos e transportamos para o universo infantil temas que em grande parte são complexos para os alunos, mas que através das inter relações ludicas conseguimos atingir.
Não quero dizer que transformamos em "inho" as coisas, que tiramos sua importância, mas que de forma sutil, alegre, brincalhona lidamos com assunto sérios.
Rubem Alves fala em seu livro: Educação dos Sentidos pág.66 o seguinte: "... Repentinamente percebi que a primeira tarefa do professor é, à semelhança dos pregos, entornar a sua "disciplina"(...) para transformá-la num brinquedo que desafie a inteligência do aluno."
Achei muito interessante a aula presencial do dia 20/12, pois a professora fez uma retrospectiva de nossos aprendizados durante o semestre o que levou-me a perceber que uma das principais mensagens que estavam inseridas nesta interdisciplina é que a arte está muito próxima de nós, e que podemos trabalhar com arte em sala de aula com diversos materiais, em diversas oportunidas e de diversas formas, é preciso para tanto, não ter preconceitos e estar abertos para isto.
"Todos somos artistas, basta ter sentimentos..." É a frase que eu resumo o que estava tentando dizer...
"Todos somos artistas, basta ter sentimentos..." É a frase que eu resumo o que estava tentando dizer...
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Minha proposta de contação de histórias foi muito, muito legal!!!
Eu fiquei muito contente com os resultados, porque todos os meus alunos se empenharam na realização do trabalho, foi um trabalho criativo onde eles tiveram autonomia para realizar a contação, realizei um sorteio no grupos da história que teriam que contar: Chapeuzinho Vermelho, O Bonequinho de Massa, Os Três Ursos,
A Galinha Ruiva, A pequena Sereia, A Ratinha, e dei a eles sugestões que poderiam contar com fantoches, desenhos seriados, teatro, passamos dois dias realizando a tarefa, que inclusive relatei no portfólio, mas fiquei muito feliz com o resultado, porque precisei fazer poucas interferências o que denota que meus alunos adquiriram autonomia no trabalho deles, que são criativos e que dão valor ao que fazem e principalmente ao que os colegas fazem pois ao ouvirem as contações, que foram demoradas, pois eram seis grupos, participaram com comprometimento, seriedade e interesse.
Para mim foi um presente realizar tal tarefa, elogiei-os muito porque superaram minhas expectativas, todos os grupos ficaram bons, dentro das limitações de cada parceria, que também foram escolhidas por eles mesmos.
Tendo esse tipo de resultado no meu trabalho vejo que estou no caminho certo, que minha prática, os valores que defendo para educação são válidos pois extimulam o aluno a ser mais do que um mero expector, que ele é parte atuante no processo de ensino e aprendizagem, eles me mostram isto nesta atividade.
Eu fiquei muito contente com os resultados, porque todos os meus alunos se empenharam na realização do trabalho, foi um trabalho criativo onde eles tiveram autonomia para realizar a contação, realizei um sorteio no grupos da história que teriam que contar: Chapeuzinho Vermelho, O Bonequinho de Massa, Os Três Ursos,
A Galinha Ruiva, A pequena Sereia, A Ratinha, e dei a eles sugestões que poderiam contar com fantoches, desenhos seriados, teatro, passamos dois dias realizando a tarefa, que inclusive relatei no portfólio, mas fiquei muito feliz com o resultado, porque precisei fazer poucas interferências o que denota que meus alunos adquiriram autonomia no trabalho deles, que são criativos e que dão valor ao que fazem e principalmente ao que os colegas fazem pois ao ouvirem as contações, que foram demoradas, pois eram seis grupos, participaram com comprometimento, seriedade e interesse.
Para mim foi um presente realizar tal tarefa, elogiei-os muito porque superaram minhas expectativas, todos os grupos ficaram bons, dentro das limitações de cada parceria, que também foram escolhidas por eles mesmos.
Tendo esse tipo de resultado no meu trabalho vejo que estou no caminho certo, que minha prática, os valores que defendo para educação são válidos pois extimulam o aluno a ser mais do que um mero expector, que ele é parte atuante no processo de ensino e aprendizagem, eles me mostram isto nesta atividade.
sábado, 8 de dezembro de 2007
Enquanto realizava o trabalho do Seminário III, me dei conta de um aprendizado que ainda não havia publicado, pois fiz o trabalho em relação ao texto Por que você ouve tanta porcaria e não havia me dado conta de fazer uma postagem aqui, porque este texto trouxe aprendizados muito siognificativos, para a parte crítica que nós professores devemos ter em relação a música, em relação ao tipo de música que apresentaremos aos alunos porque muitas vezes a escola é um dos únicos portais de música boa que o aluno tem, já que as rádios, em sua maioria manipulam os gostos e o consumo das pessoas.
Muito triste este aprendizado, devido ao que fazem com o gosot da população, com o que fazem manipulando o consumo, mas de muita responsabilidade também...
Ressalto aqui, a relação do filme que assisti para a atividade de EPPC, Música do Coração, que mostra que na escola é possível, é claro de um jeito americano, mas que é possível produzir coisas boas em música, acredito inclusive, que nós professores deveríamos ser melhor formados na questão musical, desde o magistério até a faculdade e que a música deveria ser disciplina incluida no currículo.
Muito triste este aprendizado, devido ao que fazem com o gosot da população, com o que fazem manipulando o consumo, mas de muita responsabilidade também...
Ressalto aqui, a relação do filme que assisti para a atividade de EPPC, Música do Coração, que mostra que na escola é possível, é claro de um jeito americano, mas que é possível produzir coisas boas em música, acredito inclusive, que nós professores deveríamos ser melhor formados na questão musical, desde o magistério até a faculdade e que a música deveria ser disciplina incluida no currículo.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Achei bastante proveitosa a atividade que fiz com meus alunos utilizando a música Aquarela;
Interessante porque consersamos sobre a letra, porque aproveitei a aula para criticar algumas letras de músicas que são ouvidas pelos alunos... Também achei muito legal o uso de formas diferentes de cantar a música modificando o a altura e a intensidade.
Os alunos gostaram da atividade em que falamos e fizemos os exercícios do compasso, foi nesta hora que afirmei, em parte meu aprendizado, mas vi também nesse momento que áinda tenho muito a aprender,
os alunos gostaram porque como fiz a atividade sexta, vieram me contar que prestaram atenção ao "passo", que é como chamaram o compasso binário, ternário ou quarternário, e disseram que em algumas músicas é fácil de ver, e em outras não, nese momento se me perguntassem porque não saberia dizer... Essa é uma evidência de que não aprendi ou não entendi tudo, e que música é muito mais complexo do que se supõe.
Interessante porque consersamos sobre a letra, porque aproveitei a aula para criticar algumas letras de músicas que são ouvidas pelos alunos... Também achei muito legal o uso de formas diferentes de cantar a música modificando o a altura e a intensidade.
Os alunos gostaram da atividade em que falamos e fizemos os exercícios do compasso, foi nesta hora que afirmei, em parte meu aprendizado, mas vi também nesse momento que áinda tenho muito a aprender,
os alunos gostaram porque como fiz a atividade sexta, vieram me contar que prestaram atenção ao "passo", que é como chamaram o compasso binário, ternário ou quarternário, e disseram que em algumas músicas é fácil de ver, e em outras não, nese momento se me perguntassem porque não saberia dizer... Essa é uma evidência de que não aprendi ou não entendi tudo, e que música é muito mais complexo do que se supõe.
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