Hoje aconteceu algo muito interessante em minha aula...
Trabalhei um texto sobre os sinais de pontuação, um onde os sinais tem uma certa desavença, para descobrirem qual deles é o mais importante; eu havia planejado fazer uma interpretação oral, comentando com os alunos o texto e após, alguns exercícios; enquanto eu ouvia a leitura dos alunos, imaginei que seria interessante fazer uma interpretação, uma encenação do texto, onde cada aluno seria um sinal de pontuação e haveria um narrador, nesse momento decidi modificar o plano e realmente interpretar ao texto. O resultado ficou muito bom. Pena que não havia levado máquina fotográfica pra registrar, ao final questionei eles se haviam entendido o texto, e todos disseram que era uma discussão dos sinais de pontuação. Este era o meu objetivo principal, que os alunos compreendessem o texto e também que conhecessem, reconhecessem os sinais de pontuação e sua utilidade.
Acredito, que esta seja uma forma de trazer dinamicidade e porque não dizer a realidade para a ala de aula, pois desta forma os alunos passam a fazer parte do contexto, eles são o contexto, e não apenas observadores passivos do que está sendo trabalhado.
O teatro, a interpretação é uma forma de arquitetura pedagógica, que auxilia no desenvolvimento do indivíduo como um todo, cognitivamente e fisicamente, uma vez que permite expressões e movimentos ilimitados.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Continuação da pesquisa
Nossa pesquisa está em andamento...
Nossos alunos estão empolgados, mas existem diversos contratempos, pois, não são acostumados a realizar pesquisas deste tipo; e também eles acham as informações, mas elas devem ser compreendidas dentro de um contexto, o que dificulta, de certa forma, a resolução das questões, mas a maioria conseguiu finalizar a primeira parte da pesquisa que é o levantamento de dados sobre o município que sorteou agora a próxima etapa será digitar essas descobertas em tabelas, para depois escolherem imagens dos municípios e fazermos o pawer-point.
É contagiante a empolgação com a pesquisa e o manuseio de ferramentas como o computador, pois os alunos buscam por conhecimento, e tem autonomia de selecionarem o site em que querem pesquisar, o que dá a eles confiança em suas habilidades e conhecimentos.
É demorado, mas acredito que o resultado será muito bom.
Nossos alunos estão empolgados, mas existem diversos contratempos, pois, não são acostumados a realizar pesquisas deste tipo; e também eles acham as informações, mas elas devem ser compreendidas dentro de um contexto, o que dificulta, de certa forma, a resolução das questões, mas a maioria conseguiu finalizar a primeira parte da pesquisa que é o levantamento de dados sobre o município que sorteou agora a próxima etapa será digitar essas descobertas em tabelas, para depois escolherem imagens dos municípios e fazermos o pawer-point.
É contagiante a empolgação com a pesquisa e o manuseio de ferramentas como o computador, pois os alunos buscam por conhecimento, e tem autonomia de selecionarem o site em que querem pesquisar, o que dá a eles confiança em suas habilidades e conhecimentos.
É demorado, mas acredito que o resultado será muito bom.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Projetos de Aprendizagens
As exigências do currículo são imensas, existem muitos conteúdos a serem desenvolvidos, e como tornar estes conteúdos atrativos aos alunos e como oportunizar aprendizados concretos desses conteúdos é uma questão que abordo diariamente na minha reflexão sobre as aulas. Perante estes questionamentos, resolvi fazer uma adaptação de uma estrutura pedagógica que utilizamos na em nossas aulas que são os Projetos de Aprendizagens. Propus uma parceria com minha colega do 5º ano, pois para contemplarmos todos os itens deste projeto seria preciso mais alunos envolvidos. Nossa questão inicial foi: Quem são os municípios do Vale dos Sinos? Esta resultou do conteúdo específico que esta previsto para esta série, e uma vez que os alunos necessitam ter estes conhecimentos, acredito que quando eles se engajam na pesquisa das respostas, fazem parte do plano de aula, eles sentem-se parte do processo de aprendizagem. Eles estão indo atrás dos “conteúdos”, e é diferente conquistar, descobrir um conhecimento do que recebê-lo impresso, e ter que interpretá-lo.
Já observo movimentação e angústia a respeito da pesquisa, uma vez que a aula inicial da pesquisa não foi possível já que a Internet da escola não estava disponível para o nosso uso no dia marcado.
Alguns alunos falaram até de ir a Lan House, para pesquisar.
O desenvolvimento dele, tem como proposta cada aluno pesquisar uma cidade, para depois montarmos em conjunto um Power point com os resultados para uma apresentação aos colegas, direção e bibliotecária da escola.
Já observo movimentação e angústia a respeito da pesquisa, uma vez que a aula inicial da pesquisa não foi possível já que a Internet da escola não estava disponível para o nosso uso no dia marcado.
Alguns alunos falaram até de ir a Lan House, para pesquisar.
O desenvolvimento dele, tem como proposta cada aluno pesquisar uma cidade, para depois montarmos em conjunto um Power point com os resultados para uma apresentação aos colegas, direção e bibliotecária da escola.
domingo, 21 de março de 2010
Nesse momento, sinto que acentuaram-se as exigências em relação aos meus aprendizados; principalmente por dois aspectos, o final do curso e suas exigências (estágio e TCC) e também por mudar de turma, assumir alunos maiores, aos quais não estava acostumada.
As mudanças nos abalam, desacomodam, desestruturam, mas trazem consigo imensos aprendizados.
Quero ressaltar a importância de nos desacomodarmos, de aceitar os desafios que nos são impostos pelas situações cotidianas e com eles obter um maior número de aprendizados.
Sinto-me desafiada no presente momento por ter trocado de turma, sempre, em todos os anos que trabalhei como professora, tive turmas de alfabetização, com crianças menores, e neste ano, assumi uma turma de 5º ano.
Inicialmente fiquei assustada, achando que não daria conta, e principalmente por ter que me adaptar aos conteúdos e situações que uma turma maior exige.
Fui a cata de materiais, listagem de conteúdos, conversas com colegas que tem a mesma turma e no primeiro dia de aula, estava um tanto, mais tranquila.
Quando cheguei na sala posso dizer que muitos dos meus medos passaram ,mas com eles surgiram várias dúvidas.
São alunos alegres, animados, conversadores, dinâmicos, inteligentes e participativos, a maioria deles estuda junto desde o 2º ano. Adoram atividades de diálogo onde podem expressar seus pensamentos e idéias.
Poucos alunos apresentam dificuldades de aprendizado, sendo que alguns casos é por baixa auto-estima, ou por possuírem dificuldades de concentração. Notei quando assumi a turma, atitudes de falta de respeito e agressividade, bem salientes, tanto por parte das meninos, quanto das meninas.
Outra coisa que observei, que mesmo com toda esta disposição e inteligência, são alunos que não apresentam um rendimento muito bom, por serem distraídos, conversadores e deixarem de realizar as atividades para conversarem, caminharem, passearem pela sala, dando a impressão que o aprendizado não é o mais importante a ser feito na escola.
Ao passar um mês desde o início das aulas, posso dizer que turma me conquistou. Eles são uns fofos, conversadores, inteligentes, cheios de energia. Fico procurando formas de auxiliá-los a desenvolver as habilidades, procuro ouvi-los, e demonstrar a eles o quão importantes são, para mim, para seus familiares e para a comunidade em geral que necessita de indivíduos como eles, cheios de idéias, ousadia e atitude.
Estou muito satisfeita e feliz com a mudança. Quero aproveitar ao máximo essa oportunidade que me foi oferecida e com ela auxiliar meus alunos a obterem sucesso, pois é através dele que virá o meu.
As mudanças nos abalam, desacomodam, desestruturam, mas trazem consigo imensos aprendizados.
Quero ressaltar a importância de nos desacomodarmos, de aceitar os desafios que nos são impostos pelas situações cotidianas e com eles obter um maior número de aprendizados.
Sinto-me desafiada no presente momento por ter trocado de turma, sempre, em todos os anos que trabalhei como professora, tive turmas de alfabetização, com crianças menores, e neste ano, assumi uma turma de 5º ano.
Inicialmente fiquei assustada, achando que não daria conta, e principalmente por ter que me adaptar aos conteúdos e situações que uma turma maior exige.
Fui a cata de materiais, listagem de conteúdos, conversas com colegas que tem a mesma turma e no primeiro dia de aula, estava um tanto, mais tranquila.
Quando cheguei na sala posso dizer que muitos dos meus medos passaram ,mas com eles surgiram várias dúvidas.
São alunos alegres, animados, conversadores, dinâmicos, inteligentes e participativos, a maioria deles estuda junto desde o 2º ano. Adoram atividades de diálogo onde podem expressar seus pensamentos e idéias.
Poucos alunos apresentam dificuldades de aprendizado, sendo que alguns casos é por baixa auto-estima, ou por possuírem dificuldades de concentração. Notei quando assumi a turma, atitudes de falta de respeito e agressividade, bem salientes, tanto por parte das meninos, quanto das meninas.
Outra coisa que observei, que mesmo com toda esta disposição e inteligência, são alunos que não apresentam um rendimento muito bom, por serem distraídos, conversadores e deixarem de realizar as atividades para conversarem, caminharem, passearem pela sala, dando a impressão que o aprendizado não é o mais importante a ser feito na escola.
Ao passar um mês desde o início das aulas, posso dizer que turma me conquistou. Eles são uns fofos, conversadores, inteligentes, cheios de energia. Fico procurando formas de auxiliá-los a desenvolver as habilidades, procuro ouvi-los, e demonstrar a eles o quão importantes são, para mim, para seus familiares e para a comunidade em geral que necessita de indivíduos como eles, cheios de idéias, ousadia e atitude.
Estou muito satisfeita e feliz com a mudança. Quero aproveitar ao máximo essa oportunidade que me foi oferecida e com ela auxiliar meus alunos a obterem sucesso, pois é através dele que virá o meu.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Quero aproveitar para fazer uma reflexão sobre a avaliação de nossas atuações, de nossos planos de aula, quando realizei as atividades de criar um plano de aula par aa interdisciplina de Linguagem e Educação, e depois aproveitaomos esse plano para fazer uma nálise do mesmo para a interdisciplina de Didática, pude vivenciar uma das coisas que sempre falo, sobre a reflexão sobre nossa prática, com a vantagem de ser questionada, instigada pelos professores das duas interdisciplinas para ir além. Nesse momento me dei conta de como é importante contar com o auxílio de outro colega, para sermos questionados sobre nossa prática, sobre como desenvolveremos o que estamos palnejando. Pois, por mais que se reflita sobre a prática, quando outro profissional da área nos questiona,´é muito interessante, pois são pontos de vista distintos dos nossos e certamente melhoram o trabalho.
Sobre a atividade de avaliação em didática, fiz a seguinte descrição de como efetuo minha avaliação em minha sala de aula:
Como meus alunos são do 2º ano de alfabetização, a avaliação é uma prática diária. Faço um acompanhamento diário do crescimento, das dificuldades encontradas, com diálogos e exercícios dinâmicos que dêem oportunidade aos alunos de mostrarem seu crescimento. Procuro levar em consideração a individualidade de cada aluno, levando em conta as conquistas diárias, as dificuldades para realizar uma atividade ou outra.
Procuro oportunizar desafios aos alunos, para que consigam superar as dificuldades que possuem e seus medos. Outra prática que utilizo é o auxílio dos alunos que já terminaram suas tarefas para aqueles que estão com maiores dificuldades, isso dá as minhas aulas uma característica muito dinâmica, e possibilita produção de conhecimento através de trocas e de discussões. Procuro avaliar meus alunos quando circulo pela sala de aula e verifico as dúvidas que os acompanham. Também oportunizo situações de leitura ao grande grupo, onde verifico a fluência e a compreensão das leituras realizadas.
Tenho o hábito de refletir com os alunos antes de realizar a atividade, o que os auxilia na resolução da mesma. Avalio a produções escritas, com escritas espontâneas, que mostram o nível de escrita que cada aluno se encontra. Utilizo, nos primeiros meses o teste de níveis da Emília Ferreiro, que utilizo como diagnóstico para novas intervenções através de exercícios, jogos, leituras, brincadeiras, ou o que for preciso para meus alunos evoluírem na escrita e na leitura.
No terceiro trimestre o PPP da escola prevê notas aos alunos de 2º ano. E eu tenho certas dificuldades nesse sentido, pois como comparar alunos com notas cujas realidades são completamente distintas? Por exemplo: Um aluno que provêm de um ambiente letrado, que possui uma imensidão de incentivos para leitura e um aluno que provem de um lar analfabeto, onde nenhum de seus familiares sabe ler; são duas realidades distintas que nesse momento preciso equivaler para dar nota. E nesse caso, se o segundo está lendo e escrevendo, com alguns erros, e o primeiro está lendo e escrevendo perfeitamente bem, se eu fosse avaliar de forma classificatória daria maior nota ao primeiro, mas como acredito numa avaliação mediadora, entendo que o segundo merece uma nota igual a do segundo aluno.
Como minha prática de avaliação é continua, utilizo a mesma como ferramenta para auto-avaliação de aprimoramento de minha prática escolar. Se os alunos não compreenderam bem uma atividade, retomo-a no dia seguinte de outra forma. Assim acredito que a avaliação além de servir para acompanhar o crescimento do aluno, serve também para estruturar minhas aulas.
Como meus alunos são do 2º ano de alfabetização, a avaliação é uma prática diária. Faço um acompanhamento diário do crescimento, das dificuldades encontradas, com diálogos e exercícios dinâmicos que dêem oportunidade aos alunos de mostrarem seu crescimento. Procuro levar em consideração a individualidade de cada aluno, levando em conta as conquistas diárias, as dificuldades para realizar uma atividade ou outra.
Procuro oportunizar desafios aos alunos, para que consigam superar as dificuldades que possuem e seus medos. Outra prática que utilizo é o auxílio dos alunos que já terminaram suas tarefas para aqueles que estão com maiores dificuldades, isso dá as minhas aulas uma característica muito dinâmica, e possibilita produção de conhecimento através de trocas e de discussões. Procuro avaliar meus alunos quando circulo pela sala de aula e verifico as dúvidas que os acompanham. Também oportunizo situações de leitura ao grande grupo, onde verifico a fluência e a compreensão das leituras realizadas.
Tenho o hábito de refletir com os alunos antes de realizar a atividade, o que os auxilia na resolução da mesma. Avalio a produções escritas, com escritas espontâneas, que mostram o nível de escrita que cada aluno se encontra. Utilizo, nos primeiros meses o teste de níveis da Emília Ferreiro, que utilizo como diagnóstico para novas intervenções através de exercícios, jogos, leituras, brincadeiras, ou o que for preciso para meus alunos evoluírem na escrita e na leitura.
No terceiro trimestre o PPP da escola prevê notas aos alunos de 2º ano. E eu tenho certas dificuldades nesse sentido, pois como comparar alunos com notas cujas realidades são completamente distintas? Por exemplo: Um aluno que provêm de um ambiente letrado, que possui uma imensidão de incentivos para leitura e um aluno que provem de um lar analfabeto, onde nenhum de seus familiares sabe ler; são duas realidades distintas que nesse momento preciso equivaler para dar nota. E nesse caso, se o segundo está lendo e escrevendo, com alguns erros, e o primeiro está lendo e escrevendo perfeitamente bem, se eu fosse avaliar de forma classificatória daria maior nota ao primeiro, mas como acredito numa avaliação mediadora, entendo que o segundo merece uma nota igual a do segundo aluno.
Como minha prática de avaliação é continua, utilizo a mesma como ferramenta para auto-avaliação de aprimoramento de minha prática escolar. Se os alunos não compreenderam bem uma atividade, retomo-a no dia seguinte de outra forma. Assim acredito que a avaliação além de servir para acompanhar o crescimento do aluno, serve também para estruturar minhas aulas.
Faço, em algumas oportunidades, situações de hora do conto, onde os alunos preparam contações de histórias para seus colegas. Já no dia a dia, procuro manter diálogos significativos sobre os fatos ocorridos no dia-a-dia dos meus alunos. Acredito que este relatar de fatos também é rico e traz consigo a descrição de como o aluno vê o mundo que está inserido, como ele se relaciona com ele.Quando fiz a gravação do relato da história da Luiza, fiquei com vontade de gravas os meus alunos contando suas histórias e depois de editá-las, mostrá- las para eles.
Esta atividade levou-me a questionar quanto eu dava espaço para esta prática em sala de aula, e de sua importância para o desenvolvimento tanto da oralidade quanto da criatividade dos mesmos. E são de suma importância para a produção de textos futuros, uma vez que oferecem pré-saberes, que auxiliarão os alunos em seu raciocínio para a escrita.
Esta atividade levou-me a questionar quanto eu dava espaço para esta prática em sala de aula, e de sua importância para o desenvolvimento tanto da oralidade quanto da criatividade dos mesmos. E são de suma importância para a produção de textos futuros, uma vez que oferecem pré-saberes, que auxiliarão os alunos em seu raciocínio para a escrita.
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