segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Algo que não aprendi ainda, é falar apenas 10 minutos;

Acabo estourando o tempo... Não consigo me ater apenas em ler meus slides,

acabo fazendo comentários perco tempo, deixando de lado a apresentação de algumas lâminas;

aprendi que tenho que ensaiar a apresentação, cronometrar meu tempo.

Um abraço! Magali

Um aprendizado que obtive, foi criar Pawer Point, utilizei este recurso, em mais de uma situação, não apenas para a apresentação do portifólio, mas nas escolas que trabalho, para enviar a amigos;

Achei a aprendizagem muito proveitosa, um recurso rico e dinâmico. Ainda não domino completamente a ferramenta, e a cada nova apresentação decubro mais recursos, como foi o caso de introduzir músicas, para a apresentação do portifólio;

http://mail.google.com/mail/?ui=1&realattid=f_fjqqcerh&attid=0.1&disp=vgp&view=att&th=11bb447e92d2b5f7

Abraços! Magali


Todas as abordagens me trouxeram a certeza de que precisamos aproveitar bem o nosso tempo; seja ele em sala de aula, como estudante ou na vida pessoal; o que fazemos com o nosso tempo, está diretamente ligado a como fica o nosso espaço.
Esta foi uma das citações que afirmam um dos maiores aprendizados do semestre, que somos gerentes do nosso tempo, e que a qualidade de nossa vida, está diretamente relacionada com a forma que aproveitamos o nosso tempo.
Como somos rechores do nosso tempo, temos que ter a responsabilidade sobre o que fizemos com ele, de como o investimos...
Um grande abraço! Magali

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Me dei conta de um aprendizado, que uma professora minha já mencionava, ela dizia que tínhamos que "amadurecer a idéia..."; ou seja, que quando líamos algo e não compreendíamos, que deixássemos o papel repousando por um tempo, para amadurecer a idéia, para depois lermos de novo e que possivelmente entenderíamos melhor o que estava escrito.
Tal fato ocorreu comigo, quando o professor Crediné fez as observações em meu portfólio, a princípio, fiquei a apavorada! Não entendi absolutamente nada do que ele quis dizer, e um dia depois, lendo novamente, pareceu-me mais claro, mais compreensível.
Que estranho aprendizado... Fiquei pensando do porquê disso acontecer...
Talvez seja pela ansiedade para compreender o que era necessário fazer, talvez pela insegurança de não ter conseguido me expressar direito...
Enfim, depois que "deixei de molho" consegui compreender melhor o que foi proposto pelo professor.
Um abraço!
Magali

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Interessante e desfiadora a idéia de trabalhar a apartir de perguntas... Exige de nós professores uma nova postura, inicialmente a de ouvinte, pois temos que estar atentos as perguntas feitas pelos nossos alunos, para aproveitá-las e a partir delas desenvolver os aprendizados.
Uma nova forma de ver a aprendizagem pois parte da curiosidade natural das crianças. Para nós professores que fomos formados em uma escola que nos perguntava, é um desafio utilizar questionavemntos dos slunos e construir a partir deles.
Desacomoda, poir requer pesquisa imediata, requer envolvimento e desprendimento do professor.
Como disse nossa colega Fabiana Aparecida da Silva, em nosso fórum "devemos aprender a trabalhar com perguntas e principalmente a nos colocarmos na condição de aprendiz."
Um abraço!
Magali
Muito pertinente, na interdisciplina de Representação no Mundo pela Matemática, trazer reflexões sobre problemas não convencionais, pois desta forma, com este tipo de problemas conseguimos desafiar os alunos e levá-los a concluir que para resolver as situações apresentadas não basta apenas armar um cálculo com os números que o problema trás.
Este tipo de problema exige dos alunos leitura, compreensão, concetração, faz o aluno pensar para chegar ao resultado...
Interessante também, problemas que tem mais que um tipo de resultado; ou que não tenham resultado, isto traz conflito, como o texto afirma: "Trabalhar com esse tipo de problema rompe com a concepção de que os dados apresentados devem ser usados na sua resolução e de que todo problema tem solução. Além disso, ajudar a desenvolver no aluno a habilidade de aprender a duvidar, a qual faz parte do pensamento crítico."
Beijinhos!!!
Magali
Gostei muito do site trazido para visualização na atividade 13 da interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática: http://maps.google.com.br/ .

Achei interessante porque quando comentava com meus alunos sobre a origem das suas famílias pensei que seria proveitoso aos alunos poderem visualizar a distância entre as cidades, pensei no Google Eart, mas ele não está instalado na minha escola, e com este endereço podemos fazer essa atividade.

Abraços! Magali