quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

2010/01-01

http://peadportifolio164222.blogspot.com/2010/04/arte-de-interpretar.html
http://peadportifolio164222.blogspot.com/2010/12/200902-01.html

Continuo fazendo inter relações; Lendo a primeira postagem que linquei aqui, lembrei-me da atividade de interpretanção de uma poesia sobre sinais de pontução, e que os alunos interpretando-a de forma teatral conseguiram compreender a utilidade de cada sinal de pontuação.
Relacionando com o meu texto( piada) sobre a velhinha da lambreta, pensei que posso fazer o mesmo. Ou seja solicitar aos alunos que interpretem esse texto.
Em meu magistério tive ima professora de Didática de Educação Artística que afirmou que a melhor forma de interpretar um texto é vivenciando-o. Haetinger,2005, p.59, afirma que: "Ao destacarmos a expressão dramática na educação, proporcionamos meios para a criança vivenciar diferentes papéis e ampliar sua imaginação e criatividade de modo prazerozo e alegre."
Desta forma, oportunizamos cituações onde a criaça pode manifestar-se interpetando um personagem,ao mesmo tempo em que vivencia aquele drama, em que intera-se desse texto e vivenciando-o tem condições melhores de expressar-se sobre ele.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: HAETINGER,Max G., O Universo Criativo da Criança, Brasil Instituto Criar, 2005.

2009/02-02

"http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/11/achei-muito-interessante-vizita-que.html"
"http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/11/em-relacao-valorizar-apalavra-proferida.html"
Hoje, aconteceu um fato que me sensibilizou profundamente: possuo um aluno que é agitado, possui dificuldade de se concentrar, quase não realiza as tarefas, e é extremamente inteligente. Aprende ouvindo, é maduro e tem o pinião formada a respeito de várias questões, como por exemplo a pena de morte, o uso de drogas, o consumo, entre outras coisas.
Chamei este aluno para uma conversa particular, como de costume, pois procuro solicitar aos alunos que conversemos na porta da sala (do lado de fora), para haver certa privacidade. É intimidador, mas ao mesmo tempo respeita o aluno. Conversando com ele, eu solicitei que tentasse concentrar-se afinal de contas são apenas mais duas semanas de aula, e que eu não gostaria de alterar-me com ele nesse momento, pelo pouco tempo que ainda temos para conviver, que esse tempo fosse agradável para todos nós.
Aproveitei e elogiei o aluno, reafirmando que admiro ele e sua inteligência, sua competência, e que como tal ele deveria agir; realizando as atividades, participando das aulas e evitando assuntos que distraíssem seus colegas, afinal nem todos aprendem como ele.
Perguntei a ele se ele estava incomodado com algo, e ele a princípio negou, mas depois falou que estava chateado, quando perguntei com o que ele pediu prá esquecer.
Não insisti nisso naquele momento, mas pretendo descobrir o que o chateia.
Quando voltamos prá sala, ele voltou, sentou fez parte das atividades e sorrindo me disse: " O "sora", obrigado por me chamar de inteligente!"
Fiquei muito comovida e naquela hora reafirmei meu discurso de ter fé no homem, de ser humilde para ouvi-lo e enchergá-lo como indivíduo capaz, distinto e competente.

2009/02-01

"http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/11/em-uma-atividade-de-linguagem-e.html"

Nesta postagem fiz a afirmação de escolarizamos os textos e os tornamos complexos;
Semana passada fiz um trabalho de interpretação textual com os alunos onde utilizei uma piada de uma velhinha que contrabandiava lambretas.
O que aconteceu foi que grande parte dos alunos não entendeu a piada, ou seja, não entendeu o texto, e são alunos do 5º ano que lêem fluentemente.
Essa é uma demostração de que a escolarização de textos nem sempre dá certo. Minha idéia era de divertir os alunos, e trazer um texto que fosse popular (piada) para interpretar, tornando o trabalho mais prazeroso.
Essa situação nos traz uma amostra de que questões quotidianas, não são necessariamente simples dentro da escola. Que novamente vou afirmar que cada indivíduo compreendeu o texto conforme seus saberes anteriores.
Não debatemos o texto anteriormente, não conversamos sobre seus significados, porque era um trabalho de avaliação individual.
Ler e interpretar o que leu é quem sabe uma das questões mais complexas do ensino.
Porque para interpretar é necessário entender, compreender o que leu, para assim poder pronunciar-se sobre a leitura.

2009/01-03

"http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/06/kant-afirma-que-em-sobre-pedagogia-ed.html"

Diante dessa fala, me deparo com a dialética que é educar. Somos podadores e motivadores, ensinamos e desacomodamos saberes pré-estabelecidos, em função da exigência de um ser humano educado.
Como transformar a educação classista em uma educação para todos, não sendo esse todos um ponto de partida para o igual é uma questão profunda.
Igualar como, se somos todos distintos, somos todos únicos, mas então como educar para todos sem massificar?
Despertar interesses, organizar os conteúdos de forma atrativa, desafiadora, trabalhar com a realidade do aluno, com vocabulário dos alunos, são algumas maneiras de aperfeiçoar as aulas. Mas não garantem bons resultados.
Como grande parte dos alunos que são tidos como "problemas" na escola, quando quastionados não sabem o que estão fazendo nessa escola, porque a frequentam e o que querem aprender, ou seja, não é um querer do aluno. Ele está lá porque o mandam para lá e nesse espaço ele tem vivências sociais, relações interpessoais, um lugar seguro para ficar por um turno, mas pouca ou nenhuma ambição quanto a mudança de vida prometida pela educação.
Se escolarização não é sinônimo de sucesso e sucesso não é sinônimo de felicidade, nem para os mais graduados, o sucesso e melhora de vida, bem como garantia de um bom emprego, já não servem de propaganda para a educação.
Na verdade, a educação integral, para ser dessa forma está na sala de aula, na escola e além dos seus portões, porque exige que o aluno esteja verdadeiramente interessado, envolvido em sua educação.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

2009/01-02

"http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/06/montamos-este-mosaico-em-aula-para-uma.html"

Relendo esta atividade deparei-me com uma fala que apliquei ainda hoje após meus alunos assistirem o filme: "Como Treinar seu Dragão".
"http://www.howtotrainyourdragonintl.com/intl/br/mainsite/"

Após os alunos assistirem o filme, ressaltei a eles da importância individual, de como todos nós somos importantes, indiferente a aparência, estrutura física, habilidades, conhecimentos.
Comentei que todos passamos por provações, e que estas devem servir para aprendermos a nos conhecer melhor, que podemos sempre aprender em situações adversas.
Falei também que devemos acreditar em nossas capacidades e mesmo sendo diferentes uns dos outros todos temos competências e exelências de alguma maneira. E que o diferente acrescenta, aumenta, colori, oferece oportunidades diferentes de aprendizagem.
Dessa maneira, as atividades realizadas com meus alunos foram distintas, mas os valores que ressaltei foram os mesmos.

2009/01-01

http://peadportifolio164222.blogspot.com/2009/06/mesmo-conhecendo-dura-realidade-de.html

O que escrevi nesta postagem, está diretamente relacionado com o que escrevi no meu TCC sobre afeto e limites, onde ressaltei a seguinte afirmação: "O autoritarismo é a ruptura em favor da autoridade contra a liberdade e a licenciosidade, a ruptura em favor da liberdade contra a autoridade..." (FREIRE, 2000, p. 99).
Aplicar a autoridade em sala de aula é impor limite, o limite que existe pelo fato de o professor por sua posição, postura ser uma autoridade em sala de aula. Utilizar a autoridade que tem para interferir quando necessário e relembrar os alunos dos limites que possuem em relação ao outro e a si mesmos.
No exercício da autoridade é possível aos alunos compreender seus limites. A licenciosidade é agressiva porque permite aos alunos o poder tudo sem limites e sem medidas, o que prejudica demasiadamente seu rendimento, sua formação como indivíduo.
Em turmas em que o limite é exercitado, podemos perceber que são mais tranquilas, atentas, comprometidas e responsáveis que aquelas em que tudo é permitido.
Nesta postagem mencionei também de dar valor ao positivo, e que estando os alunos em formação moral, sua autoestima fica elevada quando é visto de forma positiva, e não apenas evidenciado suas falhas.
A caminhada com uma turma, as conquistas realizadas, as aprendizagens cognitivas e emocionais, são um constante ir e vir, muitas vezes é necessário retomar, começar de novo, explicar de novo, mudar o posicionamento, aprender, conhecer, reconhecer. Vai se adiante, mas retorna-se, não sendo algo conclusivo, pois o ser humano não é um ser concluído, está em constante renovação, aprendizado, construção de si, de suas percepções do outro e do mundo, e das relações que mantém com os mesmos.
Conforme afirmei em outras postagens, o ser humano está em constante transformação, então devemos descartar os rótulos, porque a cada nova convivência existe uma diferente interrelação, um diferente momento, e nada, se tratando dos seres humanos é definitivo.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

2008/02-04

http://peadportifolio164222.blogspot.com/2008/12/o-trabalho-docente-as-idias-do-autor-vm.html

Nessa postagem trago uma reflexão possibilitada pelo livro: Saberes Docentes & Formação Profissional, de Maurice Tardif; Ed. Vozes, Petrópolis, 2003.
neste livro o autor trouxe refelexões positivas que auxiliaram-me a acreditar e conceber meu TCC.
Fazendo referência ao trabalho de sala de aula como sendo um trabalho completamente diferenciado dos outros existentes, onde lidamos com pessoas distintas, com classes heterogêneas, e a idéia central da educação é unificar os aprendizados.
É comprovado que cada indivíduo constrói seus conhecimentos baseado nas informações adquiridas em vivências anteriores, então, sendo as vivências distintas, o que aprenderão é sonsequentemente distinto.Portanto não há conhecimento igual, porque cada cérebro opera diferentemente em cada nova informação.
Sendo meu TCC sobre a afetividade, e seus laços em sala de aula, afirmo que tendo uma Pedagogia que possibilita o manifesto do afeto, oportuniza esse aprender diferente, diverso pois valorriza o aluno em sua totalidade, vendo-o como um diferente a ser insentivado a aprender. Onde o aprendizado é centrado no aluno e não no conteúdo a ser estudado.