Obtive resultados bastante significativos com um das propostas que fiz no Plano Individual de Estudos feito para o Seminário Integrador IV, Onde propus utilizar o Tux Paint com meus alunos, onde iriam inicialmente criar desenhos com as ferramentas que o Tux dispõe (carimbos, desenhos, pinturas,...);
Após essa etapa inicial os alunos iriam carimbar desenhos que escolhessem e escreveriam os nomes dos desenhos ao lado; Tendo em vista que é uma turma de 2º ano, onde o trabalho é de alfabetização, esta atividade é muito interessante pois os alunos, transformam as letras, que digitam em palavras...
Para os alunos isso parece mágica!
Pode-se acompanhar os diferentes níveis de escrita em que os alunos estão nesta atividade. Porque os silábicos escrevem utilizando apenas uma letra para cada sílaba, e lêem o que escreveram, apoiados, é claro pela figura que carimbaram, já os que estão mais avançados me procuravam o tempo inteiro para saber que letra usava, que letra tinha determinado som...
domingo, 4 de maio de 2008

As questões ambientais são sérias e necessitam que nós professores exploremos ao máximo elas em sala de aula;
Gostei do filme que foi proposto para analise pela interdisciplina de Ciências, é interessante pelo fato do equilibrio e seus habitantes estarem comprometidos com ele, que é visivelmente alterado pela cobiça, vaidade, disputa pelo poder...
A partir do filme pude levantar questões que vem de encontro com
atitudes que temos com nosso planeta.
Acredito que trabalhar com os alunos as questões de lixo, tratamento de esgoto, consumo de água, e consumos em geral, são de fácil compreenção por eles e trazem efeitos, mesmo que o retorno seja lento e demorado.
Gostei do filme que foi proposto para analise pela interdisciplina de Ciências, é interessante pelo fato do equilibrio e seus habitantes estarem comprometidos com ele, que é visivelmente alterado pela cobiça, vaidade, disputa pelo poder...
A partir do filme pude levantar questões que vem de encontro com
atitudes que temos com nosso planeta.
Acredito que trabalhar com os alunos as questões de lixo, tratamento de esgoto, consumo de água, e consumos em geral, são de fácil compreenção por eles e trazem efeitos, mesmo que o retorno seja lento e demorado.
Tenho aplicado as idéias que a interdisciplina de matemática tem nos proposto, e obtive resultados positivos,
inicialmente pela utilização de situações problemas onde o alunos resolve do seu jeito, para depois expor em grande grupo, tenho utlizado esta atividade com maior frequência na 2ª série dos 8 anos, pois no 2º ano dos 9 os alunos necessitam manuseio com material concreto, contagem e registro da mesma; naª série eles também utilizam material concreto, mas conseguem ter maior autonomia, já lêem, fazem correspondencia número e quantidade... Enfim já tem uma caminhada maior que os alunos do 2º ano. Como tenho levado em consideração a forma que pensam para resolver as situações problemas, eles estão cada vez mais empolgados em chegar ao resultado das formas mais variadas possíveis.
Tem sido um desafio, e a cada nova atividade vejo que mais alunos se empenham em por em prática um jeito de chegar ao resultado.
Um abraço!
inicialmente pela utilização de situações problemas onde o alunos resolve do seu jeito, para depois expor em grande grupo, tenho utlizado esta atividade com maior frequência na 2ª série dos 8 anos, pois no 2º ano dos 9 os alunos necessitam manuseio com material concreto, contagem e registro da mesma; naª série eles também utilizam material concreto, mas conseguem ter maior autonomia, já lêem, fazem correspondencia número e quantidade... Enfim já tem uma caminhada maior que os alunos do 2º ano. Como tenho levado em consideração a forma que pensam para resolver as situações problemas, eles estão cada vez mais empolgados em chegar ao resultado das formas mais variadas possíveis.
Tem sido um desafio, e a cada nova atividade vejo que mais alunos se empenham em por em prática um jeito de chegar ao resultado.
Um abraço!
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Representação do Mundo pela Matemática
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Achei muito interessante a atividade que realizei com meus alunos sobre os desenhos das palavras, modifiquei algumas, acrecentei vida, sol, flor, amigo, tendo em vista que meus alunos são de 2ª série de 8 anos. E retirei algumas palavras.
Objtive com este exercício diagnóstico de como as alunos pensam algumas situações do quaotidiano em relação à ciência. Pude compreender que os alunos formam conceitos através de cituações que vivenciam em seu dia-a-dia, sendo necessário aperfeiçoar estes conhecimentos.
Trago um exemplo disto quando meus alunos representarem luz, todos os alunos fizeram desenhos de lâmpadas, ou seja, eles não tem o conceito de luz natural.
Outra coisa que chamou-me a atenção foi o fato do desenho das flores, onde as meninas capricharam muito mais que os meninos, foram muito mais detalhistas, nesse caso aponto quanto preconceito está enraizado nesse diagnóstico, pois a tendência machista de reprimir o desenho de flores já está formulado nestes meninos tão jovens ( entre 7 e 9 anos);
E assim podemos verificar muitas outras coisas que os alunos trazem em seus desenhos...
Um abraço Magali.
Objtive com este exercício diagnóstico de como as alunos pensam algumas situações do quaotidiano em relação à ciência. Pude compreender que os alunos formam conceitos através de cituações que vivenciam em seu dia-a-dia, sendo necessário aperfeiçoar estes conhecimentos.
Trago um exemplo disto quando meus alunos representarem luz, todos os alunos fizeram desenhos de lâmpadas, ou seja, eles não tem o conceito de luz natural.
Outra coisa que chamou-me a atenção foi o fato do desenho das flores, onde as meninas capricharam muito mais que os meninos, foram muito mais detalhistas, nesse caso aponto quanto preconceito está enraizado nesse diagnóstico, pois a tendência machista de reprimir o desenho de flores já está formulado nestes meninos tão jovens ( entre 7 e 9 anos);
E assim podemos verificar muitas outras coisas que os alunos trazem em seus desenhos...
Um abraço Magali.
sábado, 5 de abril de 2008

Achei muito interessante fazer uma linha do tempo traçando um paralelo entre minha vida e a história da informática na educação do Brasil.
Os projetos foram muitos e os investimentos também e hoje podemos dizer que fazemos parte do futuro que foi almejado pelos precursores destes projetos.
A partir deste estudo histórico, questionei-me de como utilizar melhor este recurso riquíssimo que é a informática em minhas aulas. Sou previligiada porque as duas escolas em que atuo possuem laboratório de informática, Pena que ainda não existam monitores especializados nas mesmas.
Refletindo sobre isso, concluí que ainda tem-se muito a crescer nesse sentido, pois temos os laboratórios e ainda não sabemos utilizá-los em sua totalidade.
Oi, andei sumida...
Quero trazer aqui uma parete do texto de Daniela Stevanin Hoffmann - Aprendizagem e Desenvolvimento: Experiências Físicas e Lógico-matemáticas , que diz o seguinte: "Segundo Papert (1980), o ensino da Matemática, tradicionalmente feito nas instituições escolares, é um processo que faz a criança “esquecer a experiência natural da matemática a fim de aprender um novo conjunto de regras” (p.243). Carraher (1989) também caracteriza a matemática escolar como não sendo significativa para o estudante, mas, sim, uma atividade institucional cujo objetivo é que o sujeito realize a tarefa definida pelo professor, saia-se bem em um exame, preencha o tempo na escola ou, até mesmo, aprenda Matemática. "
Esta é uma questão muito séria que, que traz questionamentos muito profundos sobre a forma que trabalhamos em sala de aula. Como já vinha refletindo sobre essa diferença de aprender, do aprender da escola e o aprender da vida e de quão distante está a escola da realidade.
Me questiono também que tipo de atividades concretas devo oportunizar para meus alunos para que eles possam usar o que já sabem para fundamentar seus novos conhecimentos.
Até mais, Magali
Quero trazer aqui uma parete do texto de Daniela Stevanin Hoffmann - Aprendizagem e Desenvolvimento: Experiências Físicas e Lógico-matemáticas , que diz o seguinte: "Segundo Papert (1980), o ensino da Matemática, tradicionalmente feito nas instituições escolares, é um processo que faz a criança “esquecer a experiência natural da matemática a fim de aprender um novo conjunto de regras” (p.243). Carraher (1989) também caracteriza a matemática escolar como não sendo significativa para o estudante, mas, sim, uma atividade institucional cujo objetivo é que o sujeito realize a tarefa definida pelo professor, saia-se bem em um exame, preencha o tempo na escola ou, até mesmo, aprenda Matemática. "
Esta é uma questão muito séria que, que traz questionamentos muito profundos sobre a forma que trabalhamos em sala de aula. Como já vinha refletindo sobre essa diferença de aprender, do aprender da escola e o aprender da vida e de quão distante está a escola da realidade.
Me questiono também que tipo de atividades concretas devo oportunizar para meus alunos para que eles possam usar o que já sabem para fundamentar seus novos conhecimentos.
Até mais, Magali
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sexta-feira, 4 de abril de 2008
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